agosto 13, 2012

Beleza Essencial - Diferenças entre Estética e Cosmética


Beleza Essencial é o tema de hoje, mais uma vez. Insisto e não desisto de firmar nesta tecla.

Sou fã confessa do autor do texto que vou incluir aqui hoje, por achar que ele transmite a essência do que teimo em querer passar para vocês:
valores Essenciais.
Quiroga, o autor e astrólogo, ao meu ver tem uma conexão maior com o andar "de cima", traduz as almas humanas com uma luz única. E para nossa sorte ele hoje fez um relato sobre Estética e Cosmétia de forma suscinta e muito eficaz.
Vamos a ele:
"Beleza é fundamental, e não há razão para pedir perdão por esta afirmação, não há culpa nenhuma envolvida nela, pois mesmo a aparente feiura tem seu lugar no infinito Universo e compõe a harmoniosa melodia das órbitas estelares.

Confundir a beleza fundamental com as curvas bem torneadas de um corpo ou o viço de uma pele saudável seria o mesmo que confundir cosmética com estética.
Não é a aparência que garante lugar na beleza essencial, mas compor a presença da forma mais harmoniosa possível com as circunstâncias em que existimos.

Enquanto isso, persistir no desejo de a aparência nossa ser sedutora, atraente, irresistível e plena de sex appeal é apenas participar da brincadeira cósmica, desde que, evidente, acompanhada de nutrição filosófica, boa vontade para sermos pessoas melhores e prestar serviço aos nossos semelhantes.

Porém, quando a cosmética se torna o único objetivo existencial, nos tornamos pessoas vazias, bonitas e atraentes, mas vazias e o vazio cobrará o tributo nos enredando em relacionamentos narcisistas, onde a beleza essencial da reciprocidade brilhará pela ausência.
Ainda mais, o tempo é implacável com a cosmética, fazendo-a decair e resultar no oposto pretendido.

O mesmo tempo, contudo, faz o contrário com a estética, a melhora, assenta, preserva e torna mais serena."
 
Lembro ainda que o equilíbrio é também Essencial! Ou trocando em miúdos: "saco vazio não pára em pé!"
Não podemos nos esquecer que a cosmética ajuda sim, muito as vezes e valoriza o externo. Cultura é muito importante e solidifica o interno! Porém a soma dos dois faz uma beleza única que irradia... 
E marca presença!
 
Deixo ainda um vídeo muito importante. Eu peço que você assista e reflita. É um documentário da BBC com o filósofo Roger Scruton que trata da importância da beleza. Ele tem enfoque nas artes porém trata do VALOR intrínseco da Beleza, de onde ele remonta e quais efeitos socias causam, interna e externamente, ou melhor dizendo: interna.mente e externa.mente. Bem no início ele já aponta:  
"Beleza é um valor, tão importante quanto a verdade e a bondade." Não deixe de ver!
 
 
 
E para finalizar, uma frase essencial de Chanel, eterna diva e mestra de elegância:
" A natureza lhe dá o rosto que você tem aos 20. A vida talha o rosto que você tem aos 30. Mas depende de você merecer o rosto dos 50."
E completo, que do que depender de você, seja um ser Essencial, com valores significativos, que a beleza será consequência.


Au revoir, até já.
_/\_

mayo 14, 2012

A mente que mente

Este vídeo fala por si só.
Por favor assista para entender como sua mente mente! E entenda como somos cumplices e responsáveis em nossas ações diárias e constantes.
Podemos e devemos ser conscientes e livres para não deixar nossa mente mentir.
O vídeo inclui um exercício prático para que consigamos superar estes deslizes mentais...que possamos agir desde nosso Ser interno e não apenas reagir pelo externo.
Não perca!


E Khalil Gibran tão bem descreve e complementa este post:
"E um tecelão disse: fala-nos das roupas.
E ele respondeu: Vossos trajes ocultam muito de vossa beleza, porém não escondem o que não é belo. Embora procureis nos trajes a proteção libertadora de vossa intimidade, neles podeis encontrar arreios e cadeias. Pudésseis enfrentar o Sol e o Vento com mais epiderme e menos roupa, pois o sopro da vida está na luz do Sol e a mão da vida está no Vento".

Consuma consciente.mente sem mentir pra si mesmo.
Au revoir, até já. _/\_

imagem: Alex Grey - Cosmic Christ

abril 21, 2012

Vestida em bom humor



Hoje vim só deixar uma super dica, mensagem do romancista William Makepeace Thackeray, uma frase que descreve um estilo Essencial! 
Siga-o sempre! E Viva a Vida!

"O bom humor é um dos melhores artigos de vestuário que se deve usar em sociedade."

"Good Humor is one of the best articles of dress one can wear in society."
" El humor es una de las mejores prendas que se pueden vestir en sociedad." 
 (repete 3 vezes para a mente guardar!)

Favor não confundir com ações distorcidas... Como bem define Trucom: "O bom humor é uma qualidade 100% espiritual. Ele vem da alma e se manifesta pela criatividade, flexibilidade e adaptabilidade."
E lembre-se: saiba rir de si mesma...sempre!

Então, vista-se de sorrisos e bom humor e estará em Estilo Essencial de Viver!
 

Au revoir, até já. Namaste

abril 16, 2012

BELEZA INTERNA BRUTA (BIB)



Hoje vim repassar um tema que já tratei um pouco nos “posts” anteriores:

Porém sinto que precisamos reforçar estes alicerces, os que fundamentam a real beleza interna bruta, para depois ir ao post prometido, sobre os brechós e outras dicas de moda sustentável.
Porque nestes tempos em que estive fora, pude perceber que o ponto crítico e profundo que nos tira o chão e nos faz comprar compulsivamente e sem pensar, é a baixa autoestima e autoimagem fraca que cada uma de nós, mulheres, adquirimos ao longo de nossa vida e do ambiente cultural e social que vivemos. O que abre um imenso portal para que nos tornemos mais uma “fashion victim”, ou seja, presas fáceis da moda ou literalmente vítimas da moda.
Então resolvi dar um passo atrás e reforçar a retaguarda.

O que me chamou muita atenção foi que enquanto pensava neste texto e já o rascunhava, vi uma matéria do Augusto Cury num jornal espanhol onde fala de como as mulheres não aceitam seus próprios corpos. Ele cita que apenas 3% das mulheres se sentem bem com seus corpos... Um espanto total! E comenta que isto é uma tirania, uma sutil e insidiosa ditadura global de beleza e que nós infelizmente e muitas vezes sucumbimos a isto!

Para ilustrar este ponto, de como nos fazem crer em falsos valores, peço que vejam este vídeo.
É impressionante e claro de forma direta, se chama “O maltrato sutil”.


Onde diz: “Não se esqueça nunca que a verdadeira beleza é uma Atitude e que você é incrivelmente preciosa quando é autêntica.”

Vamos entender melhor o que é realmente a beleza, por favor! Poderemos voltar a este assunto quantas vezes vocês quiserem, mas espero deixar claros caminhos para que todas nós entendamos profundamente o conceito real e profundo da Beleza Interna Bruta (BIB)!
Aquela que é exclusiva, intransferível e única!
Porque é sua beleza interna.

A indústria da moda junto à sociedade nos impõe valores fictícios de beleza desde que somos muito pequenas e nós, recebemos isto sem questionamentos desde meninas, absorvemos o belo plástico de revistas, televisão e outdoors. Cremos que a beleza plástica, forçada e na maioria das vezes montada, para não dizer falsa, é a única forma de beleza que devemos seguir e ter. Deixamos assim de Ser belas para ter a beleza de fachada. A nova beleza “photoshopiana” deste século, ou seja, aquela completamente moldada e construída no computador e que de natural e autêntica pouco contém.

Entregamos nosso Poder! Nossa natureza Feminina e natural fica esquecida e desconectada!
Perdemos o senso estético natural que nos cabe. Paramos de nos Ver!

Vamos recapitular alguns Conceitos de Beleza para reintegrar-nos.
Fayga Ostrower, importante artista plástica e professora brasileira nos diz claramente:
“... A beleza não é o bonitinho. A beleza é esta verdade mais profunda, essa harmonia interior, esta justeza interior que a gente descobre, por exemplo, nas ordenações da Natureza. Essa é uma beleza tão grande, do fato do ser humano ser capaz de criar beleza, com isso ele cria uma dimensão que existe a partir dele, a partir do ser humano.”
Ela explica neste texto o conceito do belo a partir da harmônica existente na natureza, isto é o que mais nos emociona e atrai: a proporção áurea ou harmônica.
Esta expressão é devido ao seu envolvimento constante na beleza e perfeição. Curiosamente, a maioria dos objetos que os seres humanos julgam esteticamente agradável, aderem à ela. Nosso corpo, a natureza e tudo que nos cerca tem uma unidade comum, a proporção harmônica está em qualquer criação natural. São proporções que se repetem sempre também de maneira e crescimento dinâmico.

E Mahatma Gandhi define que "a verdadeira beleza é a que consiste de uma pureza de coração."  
As mulheres na tradição hindu se vestem com muitas jóias e ricos ornamentos para honrarem sua Deusa interior ( a qual habita nosso coração), que todas nós levamos dentro! É uma forma de venerar nossa Divindade diariamente como num ritual e manter-nos conectadas à nossa beleza interior! Mais do que vestir-se para o externo, elas se vestem para louvar o interno, o algo mais que levam dentro de si. É uma tradição milenar, que devemos seguir também, nos manter conectadas a nossa Divindade exclusiva e particular.

Então mais uma vez digo: vestir-se de forma a ressaltar e valorizar nossas corretas proporções é um caminho seguro para a elegância e beleza. Ter estilo reproduzindo proporções harmônicas, de forma simples, autêntica e natural reforçará sua beleza, interna e externa. E para isto é necessário se conhecer de dentro para fora, pois é lá dentro que mora sua real beleza interna bruta!
Elegância vem de dentro, do coração.
Pulse seu coração em estilo Essencial! E seja bela!

Namaste!
Au revoir, até já.

PS: E nunca se esqueça...
PS#2: UY volto atrasada, pois este post tem até trilha sonora! Encontrei esta canção durante minhas investigações para escrever este texto... perfeita sincronia! Quando der aquela baixada na autoestima, escute-a e pratique! 
A private party to you!




diciembre 18, 2011

Cansei de ser chata, rasa. Vamos mais profundo!










Andei, vazei, esvaziei e voltei. Versão mais profunda, 12ponto12.
Como sempre chega o final do ano e eu venho me despedir de uma etapa para iniciar outra junto ao blog. Creio que alegria e humor são partes fundamentais da vida e hoje em dia tão necessárias, então decidi utilizá-los aqui para que nossas conversas sejam mais claras, iluminadas e leves, assim como desejo que seja o novo ano que se aproxima para todos vocês.

Estou gestando este texto há uns 3 ou 4 meses, sem brincadeira. Li muito, pesquisei, ouvi o mundo, mas o texto não nascia. Ia e vinha na minha mente, pois acho que são assuntos muito importantes e quero trazê-los para o foco do consumo consciente e não me encontrava para finalizá-lo. Acho que agora vai.

Quero tratar faz algum tempo de como se formam paradigmas, que a moda impõe e o mundo corre atrás, geralmente sem pensar ou refletir. Da obstinação da indústria da moda pelo luxo, ou novo (como assim novo?) luxo em contraponto com a “fast fashion” (moda rápida).
Primeiramente pensei em separá-los, mas creio que achei o fio da meada ao juntar tudo. Vamos lá.

Hoje vou, sobre tudo, contar histórias.
No início da moda, as roupas eram feitas sob medida, a chamada “haute couture” (alta costura) o que encarecia as peças, por serem personalizadas, exclusivas e sem grande escala (feitas uma a uma à mão) com materiais nobres também produzidos em pequena quantidade em geral vindos de terras distantes, mas o caimento e elegância proporcionada são incomparáveis. Verdadeiras obras de arte!
Aqui faço um parêntese: a roupa sob medida prioriza as proporções de cada pessoa o que automaticamente favorece cada corpo e volume em particular, valorizando seu estilo próprio. Ou seja, a roupa da costureira é um luxo, porque só você tem e é sob sua medida.

Continuando, com a recessão causada pela segunda Guerra e a necessidade de aquecimento econômico, surgiu a “pret-a-portêr” ou “ready to wear”, a famosa roupa pronta para uso, pois não necessitava provas nem ajustes personalizados, o que possibilita a produção em grande escala, reduzindo custos e tempo de produção. Muitas peças são produzidas em um curto espaço de tempo e os materiais, também produzidos em larga escala e mais acessíveis e, diga-se de passagem, sem tanta qualidade. Nesta produção em massa, que gerou uma criação massificada de moda e estilos, se desmonta o estilo pessoal.

Se me acompanha até aqui, entendeu que a partir desta jogada mercadológica a indústria da moda deixou de ter um estilo para produzir paradigmas, ou padrões a serem consumidos. O corpo particular torna-se a partir daqui um volume: pequeno ou médio ou grande. Quando muito, extragrande ou extra pequeno. As curvas e proporções individuais se tornam um padrão massificado. A elegância é massificada e em alguns casos, muito questionável.

Bacana podermos consumir mais por menos. Muito mais, aliás, já que a alta produção precisa escoar e dar continuidade a fabricação. Uma cadeia produtiva da moda e consumo que não podem mais parar, custe o que custar o progresso precisa continuar. Nasce o consumo compulsivo.
Os industriais de matérias primas, principalmente de fios (tecelagem) e pigmentos têxteis, começam a ditar o que se deve produzir para que girem os seus produtos em particular. Por exemplo, o pigmento preto está em alta no estoque porque as cores vivas foram tendência na última temporada, agora então terei de vender preto e cores que o empreguem, logo está composta a cartela “must have” do momento.  Com as fibras têxteis passa o mesmo. E isto se reflete inclusive nos formatos das roupas. Se numa estação a silueta é justa ao corpo e sobraram muitos fios, que produzem metros excedentes de tecidos, minha estação seguinte bem provavelmente terá roupas amplas, ou as ditas “over sized”. E se numa estação há muitos artigos de fibras naturais, as sintéticas que ficaram em estoque, serão potencialmente a tendência da próxima.
Lembram que as modas vão e vêm?
Pensaram que os estilistas eram os super criadores do mundo fashion, hãn? Nem tanto, nem tanto.
O Comitê Internacional da Moda que aglutina os maiores industriais e produtores de matérias primas no mundo, são sem dúvida os primeiros desta fila.

Agora que já falamos dos bastidores da criação e os padrões de moda impostos no mercado, vamos comentar os paradigmas.  Penso que está claro que seguir a tendência de moda é aceitar um padrão estabelecido pelo mercado de consumo que, nem sempre, foi pensado para realmente valorizar sua beleza e estilo pessoal. E nós, que somos os consumidores, pagamos por isto e os aceitamos.
E por que será?
Creio que vários fatores nos levam a isto. O principal é o bombardeio que sofremos através das mídias que nos convencem de um “padrão de beleza” de ponta ou “global”, somado ao nosso desconhecimento do que realmente me veste e faz bem, e uma ingenuidade que nos leva a consumir compulsivamente. Estamos reagindo ao invés de agir. Nós temos uma livre escolha, mas me parece que estamos anestesiados por uma imensa falta de informação que não nos deixa pensar nem agir. Devemos criar um modo mais amplo de pensar e atuar.

Tudo parece tão lindo e maravilhoso! Só parece.
Devemos pensar em por que e para que consumir tanto. Que cada vez que consumo, invisto em uma cadeia produtiva que em sua maioria não é saudável. Seja por poluir águas, ares, por empregar mão de obra sem condições adequadas, por não ser sustentável, o que seja, estou conivente com um sistema prejudicial ao planeta, à vida.

O padrão fast fashion foi uma forma de acelerar o processo de consumo que estava sofrendo uma baixa e um aquecimento rápido, mesmo sendo forçado pelo mercado, poderia reverter isto. E reverteu sim, somente para os fashionistas.
Porque no geral este tipo de estratégia é muito prejudicial. A mão de obra empregada em sua maioria é semi-escrava por conta dos prazos a serem cumpridos. A poluição causada por este processo é sem fim. Ou seja, nada sustentável, só para ter mais roupa no guarda-roupas a custo reduzido?
O custo na realidade é altíssimo e extravagante!
Porém de alguma forma a indústria da moda conseguiu embutir na cabeça geral da nação de que por ser fast, você também tem de ser veloz em comprar, porque se não acaba! “E como é que se faz para viver sem aquela peça X, meu Deus?”
Me poupem de responder a pergunta acima.
O que te peço é: raciocine! Como dizem por aí: realiza!
Você acha mesmo que deve ter aquela peça no seu guarda-roupa? Okay ela é uma pechincha, mas tem qualidade? E muito além disto, vale pagar pelo sofrimento alheio para ter esta peça no seu corpo? E estimular um sistema prejudicial? Realiza#2!

Agora vamos ao luxo.
O luxo na era dos reis era luxo. Todos queriam o luxo que vinha de terras quase inacessíveis e custava o olho da cara, pois simbolizava literalmente a realeza, o topo da hierarquia. Brocados da China, Sedas da Índia, tudo uma maravilha e a peso de ouro. Veio a massificação da moda, o estilista famoso lança hoje e a China copia igualzinho amanhã... O luxo exclusivo tornou-se artigo de luxo. Passou a ser muitas vezes, tom arrogante e pretensioso. E acorda, pois a monarquia acabou faz tempo, a que ficou é fachada de ditadura.
Então, lá vem a indústria da moda outra vez: agora temos o novo luxo! Aquele que é igual, mas com outros nomes e fachadas se torna quase inacessível, como se voltássemos aos tempos dos reis, e o paradigma agora é:
“Se você comprar esta pecinha, que custa dois olhos da sua cara mais meio nariz, você se sentirá e aparentará ser o REI do mundo!” De lambuja você leva e incorpora a sensação de que todos te respeitam mais, te obedecem mais e te amam mais!
Ora por favor, vai cair nessa? Vai se esquecer que neste processo provavelmente estão envolvidas formas de produção nem sempre sustentáveis e corretas? E crer que para ser “mais” precisa disto? Realiza#3!

Minha dica é: goste mais de você. Goste mais das pessoas. Goste mais do mundo!
Roupa é como obra de arte, ela tem de te fazer feliz e fazer brilhar seus olhos. Não porque o mercado ou a vendedora diz, mas porque realmente te cai bem e faz você se sentir mais bonita. Mais amável em si, e não mais amada pelo olhar alheio.
Digo que meu guarda-roupa contém obras de arte e não apenas roupas. Porque tenho coisas ali, que foram feitas com muito esmero. Na medida e proporção do meu corpo. Mesmo as compradas em lojas ou brechós. (SIM, eu compro e muito em brechó! Farei um post só sobre isto.) Porque conheço as minhas proporções, sei o que me cai bem e conheço as marcas, sei dos cuidados empregados nas peças, porque fica impresso na alma da roupa.

Vista sua alma, não apenas seu corpo!

Este é meu desejo para seu novo ano. Que em 2012, você possa vestir bem mais que seu corpo, possa preencher sua alma de alegrias, felicidades e graças. E com isto contagiar e ser contagiada pelo mesmo impulso amoroso por todos a sua volta. Um impulso Essencial de Vida!


E agora um listão de presentes:
1.      Um vídeo que faz parte do excelente filme “Janela da Alma”, recomendo, pois trata muito sobre paradigmas sociais. Aqui fica a parte do mestre José Saramago, que resume essencialmente o que quero que entendam: (atente bem a partir dos 4 minutos) 


2.      Como sempre falo e repito por aqui: Já parou pra pensar?
Para um feliz Natal alegre e divertido, uma visão de como se pode usar moda e ter estilo sem ser clichê ou uma vitrine ambulante, mas como obra de arte. Este vídeo da Cris Guerra me estimulou muito. E eu só agradeço sua existência! Veja depois dele, sobre a vida e a virada de vida desta guria. É muito motivador, ela é uma guerreira e vencedora! Dá um exemplo de vida. Inspire-se!



3.      María Antonieta Solórzano nos conta porque consumimos tanto e que é possível reverter isto, um vídeo sobre mudança de paradigma.



4.      Os paradigmas vistos pela espiritualidade por Lama Padma Samten, que nos fala sobre o mundo interno e a superação da ingenuidade.



5.      Um vídeo sobre a (real) História dos Cosméticos, que é um alerta muito importante que não só desconstruiu paradigmas de beleza, mas me chocou! NÃO DEIXE DE VER.



6.      E por último uma visão de como caminham as coisas para 2012. É um teaser de um filme a ser lançado que não deve deixar de se ver. É polêmico sim, mas devemos nos informar e entender melhor a realidade do mundo atual.




7.      AH! E não posso deixar de comentar e agradecer! Como vocês todos sabem, um blog vive e revive de seus leitores e comentários, se não fico achando que falo sozinha! Foi muito importante a participação de vocês todos, mas especialmente gostaria de agradecer a Anay Nascimento, uma nova leitora que se tornou amiga e a maior incentivadora deste blog. Muito grata Anay querida, que seu 2012 seja iluminado e frutífero, se é que me entende. :)  Para todos vocês, um lindo Natal sustentável e alegre! 




Beijos para todos, Boas Festas, au revoir, até já. _/\_

noviembre 03, 2011

Lembrete do bom

Por hoje, só uma dica poética:
Esta música "SOCIETY" de Eddie Vedder, traduz muito bem com o que concordo e tento passar aqui no blog.  Deixo a letra, junto a uma imagem que vale por mil palavras.

Oh, it's a mystery to me
We have a greed with which we have agreed
And you think you have to want more than you need
Until you have it all you won't be free

Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...

When you want more than you have
You think you need...
And when you think more than you want
Your thoughts begin to bleed
I think I need to find a bigger place
Because when you have more than you think
You need more space

Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...

There's those thinking, more-or-less, less is more
But if less is more, how you keeping score?
Means for every point you make, your level drops
Kinda like you're starting from the top
You can't do that...

Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...

Society, have mercy on me
Hope you're not angry if I disagree...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...
--

É um mistério para mim
Nós temos uma ambição que concordamos.
E você pensa que você tem que querer mais do que precisa.
Até você ter tudo, você não estará livre.

Sociedade, sua raça louca.
Espero que não esteja solitária sem mim.

Quando você quer mais do que tem
Você pensa que precisa.
E quando você pensa mais do que você quer
Seus pensamentos começam a sangrar.
Acho que preciso encontrar um lugar maior
Pois quando você tem mais do que imagina,
Você precisa de mais espaço.

Sociedade, sua raça louca.
Espero que não esteja solitária sem mim.
Sociedade, realmente louca
Espero que não esteja solitária sem mim.

Tem aqueles achando, mais ou menos, que menos é mais
Mas se menos é mais, como você mantém um placar?
Quer dizer que pra cada ponto que faz, seu nível cai
É como começar do topo
Você não pode fazer isso.

Sociedade, sua raça louca.
Espero que não esteja solitária sem mim.
Sociedade, realmente louca
Espero que não esteja solitária sem mim.

Sociedade, tenha piedade de mim
Espero que não fique brava se eu discordar
Sociedade, realmente louca
Espero que não esteja solitária sem mim...

Esta canção faz parte da trilha sonora do filme "Na natureza selvagem", que foi baseado em fatos reais (livro: Into the Wild do escritor, jornalista e alpinista estadunidense Jon Krakauer, publicado em 1996). 

Conta a história de um rapaz recém formado, de família abastada que resolve doar todo seu dinheiro e sair pelo continente americano para chegar no Alaska, sem companhia ou deixar rastros, ele busca o melhor dentro de si com o que tem, sua natureza primordial e essencial
Vale a pena conferir! Um filme profundo e tocante.
Deixo aqui um clipe do filme com a música:


Espero que gostem! Au revoir, até já.